Aviões aterrissando sobre a cabeça das pessoas

A Praia Maho fica em Saint Martin nas Antilhas Holandesas. Nela está localizada o Aeroporto Internacional Princesa Juliana.

Além da praia em si, o turismo também acontece devido aos pousos e decolagens que são feitos bem perto das pessoas de aeronaves como Boeings 747 e outros megas aviões.

Foto: Mitchell Weinstock

E o motivo da proximidade da praia é o fato da pista do aeroporto ser muito curta, somente 2.180 metros.

Foto: Fabi Fliervoet

Curiosidade: a pista de Congonhas é menor. São 1940 metros e em caso de alguma pane a aeronave não tem pra onde ir, diferente do que acontece em Saint Martin onde a área de escape é em um lago.

Foto: Kent Miller

O fato dos aviões passarem tão perto da praia fez com que toda uma infra-estrutura se desenvolvesse. Donos de bares e quiosques instalaram painéis para informar as chegadas e partidas em tempo real.

Foto: Benny Zheng

Há em alguns desses estabelecimentos transmissão ao vivo do rádio entre a torre de controle e o avião, assim nenhum turista perde o evento.

Foto: Fyodor Borisov

Portanto, as pessoas na foto acima não foram pegas de surpresa. Elas ficam ali justamente para viver a experiência de ter um avião de grande porte passando por cima da cabeçorra delas.

Olhaí o vídeo de uma decolagem:

Imagem de Amostra do You Tube

E de um pouso:

Imagem de Amostra do You Tube

Fonte

Fim do Bolsa-Família

O boato sobre o bolsa-família provocou uma confusão e dúvidas nas milhões de famílias que dependem do governo.

Mas também causou alguma reflexão, pelo menos pra mim.

E, navegando pela internet, acabei achando um vídeo onde a âncora do SBT BrasilRachel Sheherazade, comenta sobre o assunto. Resolvi transcrevê-lo aqui por achar bastante pertinente:

Mas, que o imbróglio sirva, ao menos, de alerta.

E se a bolsa, de fato, acabasse?

E se o poço, simplesmente, secasse?

O que seria desses milhões sem educação, sem emprego, sem profissionalização, totalmente dependentes do poder público?

O Governo diz que milhões saíram da pobreza extrema, mas que paradoxo! Esses mesmos milhões ainda dependem de ajudas sociais para sobreviver.

Não há fórmula mágica pra vencer a miséria. Não se sai da pobreza sem trabalho, sem salário, sem ganhar, com o suor do rosto, o pão de cada dia.

Assistência tem que ser provisória, senão vira dependência, senão gera parasitismo…

Quem vive do bolsa-família precisa subir a um outro patamar, ganhar profissionalização, conquistar seu emprego, cuidar da própria vida.

Um dia o poço pode secar. É preciso, agora, aprender a pescar.

Olha o vídeo aí:

Imagem de Amostra do You Tube

Faço das minhas as palavras dela.

Duas loucuras nos ares

Segunda-feira, eu fiz um post sobre a história dos arranha-céus e resolvi voltar a esse tema de uma forma diferente.

Quero contar dois casos que me chamaram a atenção.

O primeiro deles foi em 1974 quando um artista francês de corda bamba chamado Philippe Petit ficou famoso pela sua caminhada ilegal entre as Torres Gêmeas em Nova York no dia 7 de Agosto de 1974 a 402 metros do chão. Ele usou um cabo de 204,3 quilos para fazer tal façanha. De volta à terra firme, ele foi preso, mas a polícia retirou as acusações devida a imensa cobertura das notícias pelo mundo todo e a apreciação do público.

O acrobata levou seis anos planejando e, durante este tempo, aprendeu tudo que podia sobre os edifícios. Com a ajuda de amigos, escondeu cabos e preparou a travessia. Na manhã escolhida usaram um arco e flecha para depois lançar o cabo entre as torres. Quando perceberam, ele já estava no meio da travessia que durou 45 minutos.

Philippe Petit – o cara tá vivo ainda hoje!

O segundo caso foi agora em março de 2013. O famoso fotógrafo da National Geographic Joe McNally conseguiu tirar uma foto do lugar, talvez, mais vertiginoso atualmente: a ponta da Burj Khalifa, a mais alta estrutura feita pelo homem no mundo.

Legenda da foto no instagram:

Os meus sapatos velhos agredidos escalaram o edifício mais alto mundo. Que uma estrutura incrível! Twittando a partir de 820 metros em linha reta!

Isso foi um feito, pois, infelizmente, a subida ao topo não é algo que qualquer pessoa comum tem a oportunidade de fazer. Para o resto de nós, há uma plataforma de observação você pode pagar para visitar.

Pra você ter uma ideia melhor, olha esse gráfico:

Perguntaram a Joe McNally como ele teve acesso ao telhado. Ele conta que foi um processo:

35 anos no negócio de fotografia, 26 anos fotografando para a National Geographic, acumulando uma certa respeitabilidade e reputação, histórico de escalada em outras antenas famosos (como o World Trade Center e do Empire State Building) e três anos comunicando-se com o administrador do Burj Khalifa.

Burj Khalifa - Imagina subir nisso aí pra fazer a foto!

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